


Dia 19 de Fevereiro de 2007
Acordamos cedo, depois de uma noite mal dormida, para ir para a aula de fotografia. Mal chegamos a faculdade olhamos para o ecrã plasma da entrada e vemos Sarah Blokman – ziek! Merda! Tinhamo-nos levantado cedo para nada! Fomos ao bar tomar o pequeno almoço com a Becky. Os meus pais entretanto apareceram e pusemo-nos a caminho de Bourtangue, que mais uma vez não era nada longe. Assim até foi melhor. Aproveitamos mais o tempo com eles e temos a tarde toda para as compras e afins antes da minha primeirissima aulda de Dutch. Bourtangue era bem mais pequeno do que estavamos a espera. Vimos num instante, as muralhas, e as casinhas que não deviam ser mais de 10 lá dentro, sendo que quase todas eram lojas de recuerdos muito mal providas. Na volta, almoçamos em Winschota. Lá encontramos um italiano, já que a joana estava a ter desejos de lasanha. A mulher que nos atendia era muito estranha, abria muito os olhos e não percebia um cu de inglês e quando dissemos que eramos portugueses lá tentou explicar que tinha sangue português por parte da avó, mas há medida que ela explicava melhor, percebemos que não era sangue mas sim uma doença de sangue que ela e a avó tinham que era portuguesa, espanhola e italiana lá tentou dizer o nome. De facto era algo parecido com leucemia, mas dvido muito que fosse para ser exclusivamente mediterranea...
Enfim, de volta a Groningen, fomos às ruas de lojas à procura de umas botas e de uma prenda da Catarina. Lá percorremos as ruas todas pedonais, comprei umas botas que só nos fazem lembrar as da Cabeçadas, mas não são de vinil nem tão sado maso. E aproveitei para chular ao meu pai o livro de Dutch, já que ninguem me respondeu ao anuncio, tive de comprar um. Ainda comemos um appelflap e um cafe antes da minha aula. Enquanto eu fui, eles foram as compras, encher o frigorifico.
O dutch é uma lingua estupidamente complicada. Graças às aulas da inês consegui perceber bem o conteudo mas a pronuncia é outra história... a certo ponto, estavamos a aprender os numeros e a dizer o numero da nossa porta. A professora começou a perguntar à vez, e todos antes de mim moravam tipo no 2 ou no 8 nenhum com dois algarismos sequer. Chegou a minha vez... ora, eu moro no 139 (honderd negenendertig, contando que todos os g são rr do fundo da garganta). Tinha que ser a primeira!!
Estava muito mal disposta, ainda assim quando sai todos estavam à minha espera para jantarmos fora. Como ninguem se decidia fomos ao italiano barato que conhecemos e voltamos a correr para casa. Amanha já se vão embora! : (
2 comentários:
comprei umas botas que só nos fazem lembrar as da Cabeçadas, mas não são de vinil nem tão sado maso
Tipo... obrigadinha (?)
As minhas botas não são sado-maso!!!
Agora fiquei triste --> :(
"O dutch é uma lingua estupidamente complicada. "
assino e subscrevo!
Enviar um comentário